E vocês, que andam a ler?
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sexta-feira, 29 de maio de 2015
Momentos de Leitura.. #2
E vocês, que andam a ler?
terça-feira, 26 de maio de 2015
[Opinião Literária] O Fiel Jardineiro - John Le Carré
Sinopse:
"Justin Quayle é um
funcionário do Foreign Office destinado no Quénia. A morte da sua
mulher, Tessa, ocorrida em misteriosas circunstâncias, incita-o a
iniciar por si próprio uma investigação para esclarecer o caso. Justin
remonta passo a passo o caminho que conduziu à morte da sua esposa, uma
atrevida activista de organizações humanitárias, e durante as suas
pesquisas vai descobrindo cada um dos fios de uma trama internacional de
corrupção, em que os interesses duvidosos de políticos e burocratas se
emaranham com as lucrativas acções sem escrúpulos da poderosa indústria
farmacêutica. "
Opinião Literária:
Apesar de já ter ouvido falar maravilhas sobre John Le Carré, nunca tinha lido nada sobre este autor até então. Penso que é o seu nome que me irrita, para ser honesta. Os capas portuguesas também não ajudam - sempre que olhava para as capas, nada me atraía. Comemos com os olhos, é verdade.
Este livro acabou por tornar-se uma agradável surpresa. As personagens são um pouco egocêntricas e egoístas, todas elas, não consigo esconder essa sensação. Para além disso, demorei demasiado tempo a entrar no desenrolar da acção, sentia que existiam demasiados detalhes que não interessavam nem ao menino Jesus. A própria temática não foi maravilhosa - por mais interessada que seja em relação à sociedade internacional, fármacos e a produção destes não é a minha especialidade, de todo. O que me fez gostar deste livro foi o aparente estudo que Le Carré teve de realizar para poder escrever a obra. A escrita é fluída, entretém e tem alguma substância. Também demonstra preocupação e interesse pelo assunto, algo que valorizo sempre. Se todos os livros forem como este, talvez seja um bom substituto do Dan Brown!
Título: The Constant Gardener
Autor: John Le Carré
Publicado em: 2000
Goodreads: aqui
Pontuação:
"Justin Quayle é um
funcionário do Foreign Office destinado no Quénia. A morte da sua
mulher, Tessa, ocorrida em misteriosas circunstâncias, incita-o a
iniciar por si próprio uma investigação para esclarecer o caso. Justin
remonta passo a passo o caminho que conduziu à morte da sua esposa, uma
atrevida activista de organizações humanitárias, e durante as suas
pesquisas vai descobrindo cada um dos fios de uma trama internacional de
corrupção, em que os interesses duvidosos de políticos e burocratas se
emaranham com as lucrativas acções sem escrúpulos da poderosa indústria
farmacêutica. "
Opinião Literária:
Apesar de já ter ouvido falar maravilhas sobre John Le Carré, nunca tinha lido nada sobre este autor até então. Penso que é o seu nome que me irrita, para ser honesta. Os capas portuguesas também não ajudam - sempre que olhava para as capas, nada me atraía. Comemos com os olhos, é verdade.
Este livro acabou por tornar-se uma agradável surpresa. As personagens são um pouco egocêntricas e egoístas, todas elas, não consigo esconder essa sensação. Para além disso, demorei demasiado tempo a entrar no desenrolar da acção, sentia que existiam demasiados detalhes que não interessavam nem ao menino Jesus. A própria temática não foi maravilhosa - por mais interessada que seja em relação à sociedade internacional, fármacos e a produção destes não é a minha especialidade, de todo. O que me fez gostar deste livro foi o aparente estudo que Le Carré teve de realizar para poder escrever a obra. A escrita é fluída, entretém e tem alguma substância. Também demonstra preocupação e interesse pelo assunto, algo que valorizo sempre. Se todos os livros forem como este, talvez seja um bom substituto do Dan Brown!
Título: The Constant Gardener
Autor: John Le Carré
Publicado em: 2000
Goodreads: aqui
Pontuação:
sábado, 23 de maio de 2015
A Minha Biblioteca... #5
Olá leitores, como estão? Há muito tempo que não fazia um post para esta categoria e admito que já tinha saudades! Gosto bastante de admirar capas e comparar edições... Hoje trago-vos os primeiros 3 livros que tenho da saga As Crónicas de Gelo e Fogo de G.R.R. Martin. Como sabem, estou a participar na maratona e quero manter o espírito activo e entusiasmado pela maratona, pelo que achei giro trazer-vos os meus exemplares!
Um exemplar americano equivale a 2 livros portugueses - as editoras preferiram assim,dividir os calhamaços! Acabamos com o dobro dos livros e a gastar muito mais dinheiro, é verdade... Esta edição é da Saída de Emergência, que fez para todos os livros - contudo, só temos os primeiros 3 e vou explicar porquê...Cada parte desta edição custou apenas 4,95€, ou seja, 1 livro inteiro português ficou por 10€ e não 20€, o habitual! Com estes 6 livros na edição portuguesa gastei 60€, algo que nas edições normais à venda nas livrarias gastaria... 120€? Não faço a mínima! A verdade é que tenho noção que poupei bastante. Infelizmente, tive de parar esta manobra inteligente pois a editora pôs o preço mais alto e continuar daria 20€ cada livro, ou seja, seria o mesmo preço das livrarias. Os próximos livros terão de ser encomendados pela net e serão em inglês, que remédio...!
Os livros todos juntos dão este padrão muito bonito e cada edição tem a sua cor própria e da casa que aparece na capa! São estes pequenos detalhes que são de tirar o chapéu à editora. Gosto especialmente da capa do A Tormenta das Espadas, é um azul maravilhoso! O tamanho da fonte é médio, a capa é bastante mole mas um pouco plastificada e estas edições possuem também mapas.
Outros posts de A Minha Biblioteca...
The Hunger Games - Suzanne Collins
Lord of the Rings - J.R.R. Tolkien
Percy Jackson - Rick Riordan
Florbela Espanca
Um exemplar americano equivale a 2 livros portugueses - as editoras preferiram assim,dividir os calhamaços! Acabamos com o dobro dos livros e a gastar muito mais dinheiro, é verdade... Esta edição é da Saída de Emergência, que fez para todos os livros - contudo, só temos os primeiros 3 e vou explicar porquê...Cada parte desta edição custou apenas 4,95€, ou seja, 1 livro inteiro português ficou por 10€ e não 20€, o habitual! Com estes 6 livros na edição portuguesa gastei 60€, algo que nas edições normais à venda nas livrarias gastaria... 120€? Não faço a mínima! A verdade é que tenho noção que poupei bastante. Infelizmente, tive de parar esta manobra inteligente pois a editora pôs o preço mais alto e continuar daria 20€ cada livro, ou seja, seria o mesmo preço das livrarias. Os próximos livros terão de ser encomendados pela net e serão em inglês, que remédio...!
Os livros todos juntos dão este padrão muito bonito e cada edição tem a sua cor própria e da casa que aparece na capa! São estes pequenos detalhes que são de tirar o chapéu à editora. Gosto especialmente da capa do A Tormenta das Espadas, é um azul maravilhoso! O tamanho da fonte é médio, a capa é bastante mole mas um pouco plastificada e estas edições possuem também mapas.
Quem mais tem esta saga? E que edições têm? É sempre interessante partilhar estas informações e vermos que edições comprar! ;-) Tenham uma boa semana!
The Hunger Games - Suzanne Collins
Lord of the Rings - J.R.R. Tolkien
Percy Jackson - Rick Riordan
Florbela Espanca
terça-feira, 19 de maio de 2015
[Opinião Literária] The Great Gatsby - F. Scott Fitzgerald
Sinopse:
"A portrait of the Jazz Age in all of its decadence and excess, The Great Gatsby captured the spirit of the author's generation and earned itself a permanent place in American mythology. Self-made, self-invented millionaire Jay Gatsby embodies some of Fitzgerald's--and his country's--most abiding obsessions: money, ambition, greed, and the promise of new beginnings. "Gatsby believed in the green light, the orgiastic future that year by year recedes before us. It eluded us then, but that's no matter--tomorrow we will run faster, stretch out our arms farther.... And one fine morning--"Gatsby's rise to glory and eventual fall from grace becomes a kind of cautionary tale about the American Dream."
Opinião Literária:
Há algum tempo atrás,dei a minha opinião sobre este livro; contudo, tinha-o lido em português e tinha sido uma experiência péssima! A tradução arruinou tudo. As metáforas, os diálogos demasiado irritantes, as personagens excessivamente frívolas (não que elas se tornem subitamente geniais na versão original)... Foi um completo desastre e aconselho vivamente a que leiam este livro na sua língua materna. O enredo é plano e simples - famílias ricas, com diferentes estatutos sociais, dramas que ocorrem no seio deste mundo à parte num país onde o dinheiro é como a água. Muito jazz, traição, festas extraordinárias e sentimentos furiosos - não pensem que encontrarão algum tipo de filosofia ou pausas para pensarem na situação, não encontrarão. Ou melhor, só encontrarão através de Nick, o narrador e também personagem do livro. Apreendemos tudo dos seus olhos,o que poderá levar-nos a certas conclusões que poderão ou não ser verdade. O genial desta obra (e aqui irei inserir algumas coisas que aprendi na faculdade...) é o facto do narrador e do personagem se separarem,por vezes. Eu sei,parece impossível mas,ao longo do texto, vamos notando que existem uns certos distanciamentos e juízos de valor que são mesmo de Nick enquanto personagem. Achei esta características interessantíssima e brilhante. 5 estrelas para a narração.
Quanto às personagens, são todas irritantes. Todas. A única que suporto e compreendo o seu comportamento é Jordan Baker e, por vezes, Nick. Daisy e Tom, por mais diferentes que sejam um do outro, a verdade é que são 'careless people'. Eles querem dinheiro, felicidade rápida e prazer modo 'take-away express'. Não há tempo para se renderem às verdadeiras emoções e ao mundo que lhes rodeia. Daisy é particularmente interessante, visto que, por vezes, parece que tem noção da sua própria 'condição'; contudo, não tenta pará-la. Quanto a Gatsby... Gatsby é um sonhador louco e crente, acima de tudo. Nós tendemos a criar na nossa mente 1 versão diferente da pessoa de quem gostamos e Gastby fez isso - tal como criou-se a si próprio, criou o amor da sua vida. Foi um idealista.
Para não alongar esta opinião (que já está enorme!), é um livro que aconselho vivamente a que leiam e que aproveitem. Tem uma história dramática, curiosa e inesperada - lembra-nos o quão simples e minúsculo o ser humano é. Limitamo-nos a desejos e vontades, não é verdade?
Título: The Great Gatsby
"A portrait of the Jazz Age in all of its decadence and excess, The Great Gatsby captured the spirit of the author's generation and earned itself a permanent place in American mythology. Self-made, self-invented millionaire Jay Gatsby embodies some of Fitzgerald's--and his country's--most abiding obsessions: money, ambition, greed, and the promise of new beginnings. "Gatsby believed in the green light, the orgiastic future that year by year recedes before us. It eluded us then, but that's no matter--tomorrow we will run faster, stretch out our arms farther.... And one fine morning--"Gatsby's rise to glory and eventual fall from grace becomes a kind of cautionary tale about the American Dream."
“I hope she'll be a fool -- that's the best thing a girl can be in this world, a beautiful little fool.”
Opinião Literária:
Há algum tempo atrás,dei a minha opinião sobre este livro; contudo, tinha-o lido em português e tinha sido uma experiência péssima! A tradução arruinou tudo. As metáforas, os diálogos demasiado irritantes, as personagens excessivamente frívolas (não que elas se tornem subitamente geniais na versão original)... Foi um completo desastre e aconselho vivamente a que leiam este livro na sua língua materna. O enredo é plano e simples - famílias ricas, com diferentes estatutos sociais, dramas que ocorrem no seio deste mundo à parte num país onde o dinheiro é como a água. Muito jazz, traição, festas extraordinárias e sentimentos furiosos - não pensem que encontrarão algum tipo de filosofia ou pausas para pensarem na situação, não encontrarão. Ou melhor, só encontrarão através de Nick, o narrador e também personagem do livro. Apreendemos tudo dos seus olhos,o que poderá levar-nos a certas conclusões que poderão ou não ser verdade. O genial desta obra (e aqui irei inserir algumas coisas que aprendi na faculdade...) é o facto do narrador e do personagem se separarem,por vezes. Eu sei,parece impossível mas,ao longo do texto, vamos notando que existem uns certos distanciamentos e juízos de valor que são mesmo de Nick enquanto personagem. Achei esta características interessantíssima e brilhante. 5 estrelas para a narração.Quanto às personagens, são todas irritantes. Todas. A única que suporto e compreendo o seu comportamento é Jordan Baker e, por vezes, Nick. Daisy e Tom, por mais diferentes que sejam um do outro, a verdade é que são 'careless people'. Eles querem dinheiro, felicidade rápida e prazer modo 'take-away express'. Não há tempo para se renderem às verdadeiras emoções e ao mundo que lhes rodeia. Daisy é particularmente interessante, visto que, por vezes, parece que tem noção da sua própria 'condição'; contudo, não tenta pará-la. Quanto a Gatsby... Gatsby é um sonhador louco e crente, acima de tudo. Nós tendemos a criar na nossa mente 1 versão diferente da pessoa de quem gostamos e Gastby fez isso - tal como criou-se a si próprio, criou o amor da sua vida. Foi um idealista.
Para não alongar esta opinião (que já está enorme!), é um livro que aconselho vivamente a que leiam e que aproveitem. Tem uma história dramática, curiosa e inesperada - lembra-nos o quão simples e minúsculo o ser humano é. Limitamo-nos a desejos e vontades, não é verdade?
"Reserving judgements is a matter of infinite hope."
Título: The Great Gatsby
Autor: F.Scott Fitzgerald
Publicado em: 1925
Goodreads: aqui
Pontuação:
domingo, 17 de maio de 2015
Top 5 - Séries que quero começar ou terminar
Olá a todos! Espero que tenham um bom Domingo. Por aqui, temos um vídeo... Quem quer ler estas sagas ou já as terminou?
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Textos Originais #3
Pensei em não usar este caderno para assuntos tão feios. Pensei em mostrar-te estes assuntos feios - para quê? Se tu és a causa deles... Sim, tu. Para quê tratar-me tão mal? Será assim tão grave amar-te?
Não,eu não te amo. Esses tempos viajaram e eu não os quis de volta. Saíram de casa. Para quê? Que desperdício de tempo, desespero dentro de mim!
Não,eu não te amo. Esses tempos viajaram e eu não os quis de volta. Saíram de casa. Para quê? Que desperdício de tempo, desespero dentro de mim!
terça-feira, 12 de maio de 2015
Poema da Quinzena
Viagem
Quantas mortes,
Quantos renascimentos
Uma só alma contém!
Viagens já esquecidas,
Mágoas que deixaram invisíveis feridas!
Há quem renasça mais forte,
Há quem renasça mais fraco
E após tantos renascimentos
Renasci mais de mil vezes
Entre a força e a fraqueza
Desta minha condição humana,
Procurando respostas sem saber onde as encontrar!
Caminho, respiro, alimento meu corpo...
Mas não sei onde fiquei nestas minhas últimas mortes!
Onde ficou minha alma?
Onde ficou minha essência?
O meu eu e o que consigo fazer?!
Adormeci e não acordei livre...
Mendigando amor onde não existe
Porque aquele que amei ou amo
Me feriu incessantemente
Como uma criatura cruel e sem noção dos seus actos.
Devo estar espalhada pelo universo
Em partículas minúsculas,
Invisível como microrganismos ou átomos!
O meu corpo procura-me
Mas estando ele tão fraco,
Assim como a minha alma,
Contaminada pela dor, mágoa e desconfiança
Ou pura e simplesmente
Desilusão,
Não pode encontrar-me.
-Gritos Silenciosos, Patrícia M.Pereira
quinta-feira, 7 de maio de 2015
[Opinião Literária] Paper Towns - John Green
Sinopse:"Quentin Jacobsen has spent a lifetime loving the magnificently adventurous Margo Roth Spiegelman from afar. So when she cracks open a window and climbs into his life—dressed like a ninja and summoning him for an ingenious campaign of revenge—he follows. After their all-nighter ends, and a new day breaks, Q arrives at school to discover that Margo, always an enigma, has now become a mystery. But Q soon learns that there are clues—and they're for him. Urged down a disconnected path, the closer he gets, the less Q sees the girl he thought he knew..."
“What a treacherous thing to believe that a person is more than a person.”
Opinião Literária:
Acho que os meus seguidores já sabem a minha opinião em relação ao John Green - demasiado valorizado, com personagens mal descritas e bastante subjectivas. Bem, digamos que este livro não esteve assim tão longe da minha opinião geral; o enredo por si não é nada demais e todo aquele mistério perante o seu desaparecimento foi muito mal aproveitado e descrito, parecia que estavam a brincar aos polícias. Com isto tudo, o que quero dizer é que o enredo ficou aquém das minhas expectativas. O registo de escrita de Green é bastante simplificado, o que tira alguma beleza à história mas também torna-a mais rápido de se ler (são opcções).
Então, o que me fez dar 4estrelas a este livro? Pela primeira vez da vida daquele homem, as personagens são interessantes. Apaixonei-me completamente por Margo e Quentin e consegui relacionar-me tanto com eles que tornou-se um pouco impossível dar menos pontuação; penso que, em qualquer ponto da nossa vida, todos nós seremos o Quentin e a Margo. Obcecados pelo desejo de mudança e, finalmente, sermos a mudança. Sermos nós mesmo, quebrarmos tudo à nossa volta, a busca imparável pela liberdade - Margo era liberdade (e irresponsabilidade, imaturidade e tudo mais que esse adjectivo acarreta). Confesso que gostei mais desta história do que de The Fault in Our Stars - consegui encontrar-me naquelas personagens e aprendi algo com elas.
Desta vez safaste-te, John Green. Não sei se no próximo livro terás tanta sorte!
“The town was paper, but the memories were not.”
Autor: John Green
Publicado em: 2009
Número de páginas: 305
Goodreads: aqui
Pontuação:

terça-feira, 5 de maio de 2015
Uma nova maratona?
Boa tarde, leitores! Como podem adivinhar pelo título, é verdade, envolvi-me numa nova maratona e espero mesmo que corra bem! Como é de esperar vindo de mim, já estou atrasada - preciso de terminar o livro que estou a ler de momento e ler 'Song of Solomon' de Toni Morisson antes de poder mergulhar nesta maratona; sem contar com o facto de que irei parar a maratona de vez em quando para ler outros livros. Mesmo assim, não pude evitar inscrever-me é uma maratona sobre As Crónicas Gelo e Fogo, de G.R.R.Martin. É verdade, aqueles livros estão a apanhar pó nas minhas estantes há demasiado tempo e agora encontrar a energia que me faltava! Esta maratona está a ser organizada pela Cláudia do A Mulher que Ama Livros, pelo que também irei responder aos seus desafios :)Quanto ao primeiro desafio, o meu interesse por esta colecção surgiu graças ao meu melhor amigo, há demasiados anos atrás. Para perceberem a gravidade, andávamos no 9ºano e agora estamos no 2º ano de faculdade. Ele tem TUDO o que possam imaginar, desde mapas A1 a t-shirts autografadas pelo G.R.R.Martin. Digamos que o venero por ser um verdadeiro fã, mesmo antes de a série surgir. Obrigou-me a ver a primeira temporada de uma só vez (vergonha por não ter continuado, confesso) e quase que obrigou-me a comprar os primeiros 3 livros desta saga. Digamos que ele deverá estar orgulhoso de mim, visto que agora irei também ler a saga!
Estejam atentos às novidades desta maratona ;)
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Os Contos do Mês - Abril
TGIF pessoal! Espero que tenham um bom fim de semana - por aqui, terei uma semana de férias maravilhosas graças à Queima das Fitas. Hoje trago-vos uma mini opinião dos 3contos que li em Abril. São todos relacionados com aventuras.
A Armadilha, Martin Waddell
Sem querer alongar-me em grandes explicações,este conto ficou muito aquém das minhas expectativas - com personagens relativamente interessantes e um início curioso e abrupto sobre ditaduras e conspirações, esperava que, quando a acção começasse, esta fosse intensa. No lugar disto, o final ocorreu em meia dúzia de linhas, sem grandes explicações. Desiludiu-me.
O Urso Bailarino, John Christopher
Apesar da pontuação dada ser melhor relativamente ao outro conto, não significa que seja melhor. O tempo é numa época diferente (invasões bárbaras) e descreve alguns cenários de guerra bem, contudo, as personagens são um pouco infantis e lineares. Apesar de me interessar pelo assunto, o conto não me cativou - e nem percebemos porque é que o conto tem este título.
O Pernilongo, Robert Westall

Este foi então o único conto que realmente gostei! Fala sobre a II Guerra Mundial e uma criança que fica presa em casa devido a uma invasão alemã. Achei a história bastante engraçada, como que uma chamada de atenção para o nosso lado humano. O conto funciona quase como um apelo à paz, o que gostei bastante. Fiquei com curiosidade em relação a Westall e já escolhi alguns livros do autor que gostaria de ler.
E pronto, aqui estão os contos de Abril, de Waddell, Christopher e Westall - no geral, não foi um mês muito produtivo em termos de contos pois foi difícil ler algo que gostasse; contudo, sempre li algo destes autores, o que por si já vale a pena!
Quem por aqui já ouviu falar destes autores?
A Armadilha, Martin Waddell
Sem querer alongar-me em grandes explicações,este conto ficou muito aquém das minhas expectativas - com personagens relativamente interessantes e um início curioso e abrupto sobre ditaduras e conspirações, esperava que, quando a acção começasse, esta fosse intensa. No lugar disto, o final ocorreu em meia dúzia de linhas, sem grandes explicações. Desiludiu-me.
O Urso Bailarino, John Christopher
Apesar da pontuação dada ser melhor relativamente ao outro conto, não significa que seja melhor. O tempo é numa época diferente (invasões bárbaras) e descreve alguns cenários de guerra bem, contudo, as personagens são um pouco infantis e lineares. Apesar de me interessar pelo assunto, o conto não me cativou - e nem percebemos porque é que o conto tem este título.
O Pernilongo, Robert Westall

Este foi então o único conto que realmente gostei! Fala sobre a II Guerra Mundial e uma criança que fica presa em casa devido a uma invasão alemã. Achei a história bastante engraçada, como que uma chamada de atenção para o nosso lado humano. O conto funciona quase como um apelo à paz, o que gostei bastante. Fiquei com curiosidade em relação a Westall e já escolhi alguns livros do autor que gostaria de ler.
E pronto, aqui estão os contos de Abril, de Waddell, Christopher e Westall - no geral, não foi um mês muito produtivo em termos de contos pois foi difícil ler algo que gostasse; contudo, sempre li algo destes autores, o que por si já vale a pena!
Quem por aqui já ouviu falar destes autores?
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