terça-feira, 30 de setembro de 2014

[Opinião Literária] Memorial do Convento - José Saramago

Título: Memorial do Convento
Autor: José Saramago
Número de páginas:493

Sinopse:
"Era uma vez um rei que fez promessa de levantar convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido." (mais em Goodreads)

“O homem primeiro tropeça, depois anda, depois corre, um dia voará.”

Opinião Literária:
Para muitos, esta opinião torna-se um pouco inútil pois é um livro de leitura obrigatória no 12ºano. Contudo, achei que deveria falar um pouco mais deste livro vencedor de um nobel. O facto de ser o único livro que ganhou um nobel, não significa que este seja perfeito e que toda a gente goste deste. Quando o li, dei 3 estrelas e irei explicar porquê.
O livro é bastante rico devido aos seus três planos de ação e à maneira como Saramago descreve e, discretamente, critica algumas tradições enraizadas na sociedade da altura. Com esta descrição, o autor também aproveita para comparar com o presente, o que faz com que catalogue o livro como algo de intervenção social. As personagens são invulgares, interessantes e muito bem desenvolvidas, especialmente Blimunda.
O que me fez dar três estrelas - a falta de vontade de agradar que Saramago apresenta neste livro. Ao ler este livro, senti que o autor escrevia uma história, uma farsa, para apenas desabafar e criticar todos os pontos negativos que encontrava, o que me irritou um pouco. É algo mais pessoal e, para muitos, este deve de ser o melhor aspeto do livro mas eu não gostei. Não gostei da forma como o livro foi algo um intermédio entre um livro de intervenção e um livro de leitura (supostamente) fácil.
No geral, dar-lhe-ia 3estrelas e meia. Quero ler muitos mais livros deste autor que sempre me interessou.

domingo, 28 de setembro de 2014

[Desafios] Maratona (In)esperada - Setembro - Desafios 0 a 7

[Desafio 0] - Mostra-nos que calhamaços te vão acompanhar durante esta maratona
Para esta maratona, terei como companhia John Le Carré. Não sei muito bem o que achar deste livro, não parece muito meu estilo, vejamos.


[Desafio 1] - Amarelo. Esta cor activa o intelecto, a comunicação, a concentração, a atenção aos detalhes e à harmonia do todo. Pega no livro que estás a ler agora, há algum detalhe na capa que te chame a atenção. O que te leva a gostar desse detalhe?
Não gosto NADA da capa do livro, sou completamente contra capas de livros que sejam o cartaz do filme. Se existe algo mais atrativo será então o colar de Tessa.
 

[Desafio 2] Laranja é sinónimo de alegria. É também a cor do equilíbrio.Um calhamaço é um livro que nem sempre é fácil de ler. Quais as condições do livro e do ambiente que te permitem desfrutar de uma leitura preenchida de alegria?
A altura em que leio mais são sempre as férias de verão,onde posso estar na praia e relaxar ou então as férias de Natal, após os estudos e exames. São também nessas alturas onde ganho mais coragem para ler livros maiores ou então experimentar géneros e autores!
  

[Desafio 3] Castanho. Esta cor tem como um dos significados a paciência e maturidade. Achas que a tua relação com calhamaços tem sido diferente ao longo dos anos? Tens mais ou menos paciência agora para os ler?
Por mais estranho que pareça, sinto que tinha mais paciência para os ler quando era mais nova! Tinha uma vida mais calma e também tinha outras disciplinas, pelo que ficava super alegre por ler! De hoje em dia, confesso que me entristece um pouco o facto de ler, por vezes, ser um suplício e acabar a ler livros que não me interessam tanto mas que preciso deles para terminar o curso. É triste admitir que não leio tanto por prazer mas sim por necessidade.

 
[Desafio 4] Cinzento é a cor da modernidade e da inovação.
Pensa nos livros que leste, ou estás a ler para a maratona, há algum que consideres ser inovador? Em que é que achas que o autor inovou?
Se o autor foi inovador, então provavelmente terá sido no tema que o livro aborda, mais especificamente na indústria farmacêutica em áfrica.
 
[Desafio 5] Vermelho é a cor do fogo e da paixão, do entusiasmo e dos impulsos.Nos livros que leste ou estás a ler para a maratona há alguma personagens que encaixe na simbologia desta cor? Qual é essa personagem?
Penso que todas as personagens se encaixam! Explicando: Tessa é a mulher principal deste livro apesar de nunca a termos conhecido e a maioria das personagens principais estão apaixonados por ela. Digamos que ela é fogo!


[Desafio 6] Folhas caídas: No outono as folhas abandonam o sossego e a protecção das árvores. Em sucessivas quedas, pintam o chão com as mais variadas cores, ao mesmo tempo que imprimem no ar uma sonoridade tão característica no momento em que passamos por cima delas e as fazemos estalar. É bom caminhar sobre as folhas e ver o vento brincar com elas…
Qual o livro que de bom grado lhe arrancarias umas folhas?

Existem vários livros que existem vários livros que me dão vontade de arrancar algumas folhas; contudo, visto que umas meninas estão a fazer um projeto sobre The Hunger Games, aproveito a deixa e digo que arrancaria de Mockingjay!


[Desafio 7] Chuva:há quem goste mais ou menos dela, mas que ela é uma presença assídua dos nossos Outonos, disso ninguém tem dúvidas.Qual o livro ideal para ler ao som da chuva?
Não sei porquê mas adoro ler histórias de amor ao som da chuva! Como tal, escolho todos os livros da Cecelia Ahern ou então Anita Shreve!

sábado, 27 de setembro de 2014

Poema da Quinzena

 Vida

Choveu! E logo da terra humosa
Irrompe o campo das liliáceas.
Foi bem fecunda, a estação pluviosa!
Que vigor no campo das liliáceas!
Calquem. Recalquem, não o afogam.
Deixem. Não calquem. Que tudo invadam.
Não as extinguem. Porque as degradam?
Para que as calcam? Não as afogam.
Olhem o fogo que anda na serra.
É a queimada... Que lumaréu!

Podem calcá-lo, deitar-lhe terra,
Que não apagam o lumaréu.
Deixem! Não calquem! Deixem arder.
Se aqui o pisam, rebenta além.
_ E se arde tudo? _ Isso que tem?
Deitam-lhe fogo, é para arder... 
-Camilo Pessanham Clepsydra

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

[Opinião Literária] Anna Karenina - Leo Tolstoi

Aqui está a prometida opinião! Veio um pouco tarde mas acabei por dar prioridade a outras leituras e esta foi ficando para trás. Espero que gostem!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Tag - Livros não lidos

Vi esta tag no canal da Little House of Books e gostei bastante; como tal, vamos responder!


1. Quantos livros não lidos tens na estante?
2. Quantos livros tens e já leste?
3. Compra mais livros do que lês?
4. Porque é que ainda não leste os teus livros não lidos da estante?
5. Pretendes entrar numa proibição de compra de novos livros?


1. Tenho demasiados livros para ler - aproximadamente, 54 livros.
2. Com a ajuda do Goodreads, descobri que já li 139livros (que me lembre). Não consigo saber a quantidade de livros que me pertence, teria de andar a contar todas as estantes... Direi que 90livros são meus.
3. É sempre difícil admitir mas sim, é verdade, compro mais do que leio mas não consigo evitar! 
4. A maioria ainda não pude ler por falta de tempo. De qualquer forma, existem sempre alguns livros que ainda não li pois estou a guardá-los para alturas especiais; tenho sempre alguns livros que prefiro ler nas férias, outros durante as aulas... Ler é mais complexo do que paece!
5. Por um lado sim, por outro não, ou seja, quero fazer, pelo menos, uma redução do dinheiro que gasto em livros e passar a ler mais livros requisitados. Não irei fazer um proibição pois nunca se sabe quando irá aparecer algo!

E foi isto! 5 perguntas rápidas e fáceis de se responder! Espero que tenho gostado! 

domingo, 21 de setembro de 2014

[Opinião Literária] How to fall in love - Cecelia Ahern

Título: How to Fall in Love

Autora: Cecelia Ahern
Páginas: 416

Sinopse:
"Adam Basil and Christine Rose are thrown together late one night, when Christine is crossing the Ha'penny Bridge in Dublin. Adam is there, poised, threatening to jump. Adam is desperate - but Christine makes a crazy deal with him. His 35th birthday is looming and she bets him that before then she can show him that life is worth living. Despite her determination, Christine knows what a dangerous promise she's made. Against the ticking of the clock, the 2 of them embark on wild escapades, grand romantic gestures and some unlikely late-night outings. Slowly, Christine thinks Adam is starting to fall back in love with his life, but is that all that's happening?" (mais em Goodreads)

“But where pain was, healing could come; where loneliness was, new relationships could be formed; where rejection was, new love could be found. It was a moment. And moments changed. She would have to live through the moment to get to the next.” 

Opinião Literária:
Mais outro romance desta autora que adoro, a quarta história de amor que leio. Nesta história, Ahern apresenta-nos uma história muito mais negra e triste do que as anteriores. Seguimos a vida de Adam e Christine durante duas semanas, sendo que Christine tem de convencer Adam que vale a pena viver. Mal comecei o livro,senti que o final seria mau, o que é estranho pois, normalmente, achamos sempre que as histórias de amor têm um final feliz (não irei dizer como é o final). Mas não. Digamos que a maneira como a história é relatada e as personagens são descritas, parece que o final está à vista. E isso foi algo que adorei neste livro.
Ao contrário do que estava à espera, devorei o livro. O título faz com que este pareça fútil ou infantil mas, ao lermos, percebemos que tem a sua ponta de seriedade; afinal de contas, está a lidar com o fim iminente de uma personagem. De certa forma, How to Fall in Love é uma pequena metáfora num mundo grande - demonstra o quão pequenos somos ao lado de temas como o suicídio ou para que serve a vida, o que fazemos aqui. 
Ahern fez um excelente trabalho nesta livro, conseguindo conjugar o seu toque de magia romântica com a seriedade que seria necessária.
 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

[Opinião Literária] Utopia - Thomas More

Título: Utopia 
Autor: Thomas More
Número de páginas: 135

Sinopse:
"First published in 1516, Thomas More's Utopia is one of the most important works of European humanism. Through the voice of the mysterious traveler Raphael Hythloday, More describes a pagan, communist city-state governed by reason. Addressing such issues as religious pluralism, women's rights, state-sponsored education, colonialism, and justified warfare, Utopia seems remarkably contemporary nearly five centuries after it was written, and it remains a foundational text in philosophy and political theory." (mais em Goodreads)

“Pride thinks it's own happiness shines the brighter by comparing it with the misfortunes of others.”


 Opinião Literária:
Este livro poderá ser um pouco maçador para quem não gosta de livros sobre factos históricos, admito. Para perceberem melhor: a obra está dividida duas partes, a primeira com mais ficção e trabalho nas personagens; contudo, esta apenas dura umas 20 páginas,sendo o resto a segunda parte. Essa segunda parte é a mais completa descrição de um local que já vi. Qual é o objetivo da obra? Demonstrar o mundo que o humanista Thomas More considerava perfeito.
Não considero um livro para ler de ânimo leve (li-o para a faculdade) mas achei-o bastante interessante num ponto de vista histórico e tão mas tão rico. Foi super interessante perceber como pensavam na altura e o que achavam sobre diversos assuntos.
No geral, penso que é um bom livro para debate!


domingo, 14 de setembro de 2014

Amostra - O Fiel Jardineiro

Título: The Constant Gardener
Autor: John Le Carré

"The Constant Gardener is a magnificent exploration of the new world order by one of the most compelling and elegant storytellers of our time. The novel opens in northern Kenya with the gruesome murder of Tessa Quayle--young, beautiful, and dearly beloved to husband Justin. When Justin sets out on a personal odyssey to uncover the mystery of her death, what he finds could make him not only a suspect among his own colleagues, but a target for Tessa's killers as well.A master chronicler of the betrayals of ordinary people caught in political conflict, John le Carre portrays the dark side of unbridled capitalism as only he can. In The Constant Gardener he tells a compelling, complex story of a man elevated through tragedy as Justin Quayle--amateur gardener, aging widower, and ineffectual bureaucrat--discovers his own natural resources and the extraordinary courage of the woman he barely had time to love."

 Decidi fazer esta amostra para me incentivar a procurar informações sobre este livro que me emprestaram. Primeiras impressões? Parece-me pouco interessante e, provavelmente, irá cair em alguns erros e clichés típicos. De qualquer forma, tentarei mostrar-me interessada e 'aberta' para este livro, na esperança que me surpreenda.

Sobre o autor
John Le Carré é o pseudónimo de David John Moore Cornwell e este nasceu em 1931, Inglaterra. É famoso pelos seus livros de mistério e thriller. No site goodreads, o seu average rating é de 3,86.
 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A minha biblioteca - Florbela Espanca

Hoje trago-vos uma pequena parte do blog onde quero investir - em mostrar capas, edições e muito mais sobre determinado autor.
Para estrear esta crónica, trago-vos Florbela Espanca! Tenho 4 livros desta autora - 1 coletânea de poesia sobre o individualismo de Espanca e 1 livro que contém toda a poesia escrita por esta autora. Também recebi do meu pai um livro onde fazer um esboço pessoal de Florbela Espanca e, por fim, um livro de contos desta autora, Máscaras do Destino. Gosto bastante da minha coleção pois contém praticamente tudo o que esta autora escreveu e ainda tenho um livro de estudo desta. É sempre um motivo de felicidade terminar praticamente uma coleção de obras de algum autor!




terça-feira, 9 de setembro de 2014

[Opinião Literária] Manhã Imensa - Ruy Cinatti

Título: Manhã Imensa

Autor: Ruy Cinatti
 Número de páginas: 80

Sinopse:
"[...]
Prefiro ouvir-te a voz
do meio das tuas cartas.
Voz de pateta, mas voz
de quem vai fazendo vida
e se confessa aos amigos
naturalmente, com voz
de homem, ou de meio homem,
como somos todos nós
os desleixados na vida,
os mentirosos
na vida.
[...]" (por WOOK)

Opinião Literária:
Eu não tinha qualquer intenção em ler este livro de poesia. Encontrei-o numa estante, a descansar. Reconheci o nome do autor e a simplicidade da capa atraiu-me. Tinha um número de páginas relativamente pequeno e não tinha nada para fazer na biblioteca - dei-lhe uma hipótese e mais valia não ter dado.
A escrita do autor é aborrecida e excessivamente excêntrica, como que pequenos solavancos que vai fazendo sempre que lhe apetece. Os poemas são demasiado compridos e, por vezes, perdemos o fio à meada.
A poesia reflete demasiado a vida do poeta e, como tal, não nos atrai, não encontramos qualquer ligação à obra, é como que um diário onde apenas estão apontados os acontecimentos.
Fiquei muitíssimo desiludida com a obra do autor, de quem já tinha ouvido o nome e me parecera bastante interessante (nas páginas iniciais, surgem várias anotações de outros autores relativamente famosos).
Não voltarei a ler alguma obra deste poeta.

domingo, 7 de setembro de 2014

[Opinião Literária] Sei lá - Margarida Rebelo Pinto

Título: Sei lá
Autora: Margarida Rebelo Pinto
Número de páginas: 197

Sinopse: 
"A estabilidade pode fazer parte das aspirações humanas, mas a diversidade também, e a atracção pelo novo e pelo proibido é absolutamente inevitável.
Pensa na seguinte situação:
Conhecias hoje o teu amigo Francisco de quem falaste de uma forma tão enfastiada; achas que o irias ver como vês agora?
É óbvio que não! Foi a convivência diária, a proximidade permanente que te fez descobrir nele defeitos que, com o tempo, se tornaram aos teus olhos insuportáveis."


Opinião Literária:
Nunca ouvi maravilhas desta autora e não esperei nenhuma obra de arte, estava preparada para algo medíocre. Afinal, calhou-me um livro deplorável, aborrecido e sem qualquer interesse. As falas são primárias, nada de especial e a descrição não vai por aí além. As personagens, apesar de bem desenvolvidas, têm interligações estranhas entre si e apresentam todos os defeitos que a sociedade moderna tem - a fuga da responsabilidade, o desejo da fugacidade, o controlo do dinheiro. A história tem demasiadas reviravoltas em tão poucas páginas, algumas demasiado ridículas e incomuns; é uma mistura entre vulgaridade e o irreal.
No geral, não gostei mesmo nada do livro e, tal como suspeitava, Margarida Rebelo Pinto escreve para um determinado grupo socio-cultural, não tentando desenvolver o seu possível talento.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

[Vídeo e Planos de Leitura] As Compras e Leituras de Agosto, Plano de Leitura para Agosto e TBR

Pois é, desta vez decidi fazer este catch up em vídeo, quis alternar um pouco! Apesar de preferir escrever, é sempre divertido gravar. No vídeo, falei sobre o que li em Agosto e também o que comprei. Para complementar o vídeo, decidi escrever aqui o que espero ler em Setembro.
Setembro será um mês de poucas leituras pois a faculdade irá começar e, com isso, as sessões de praxe e setembro é sempre um mês complicado, com muitos caloiros e atividades à mistura.
Como tal, gostaria de acabar A rapariga que roubava livros, de Markus Zusak (entretanto, já acabei) e The Statistical Probability of Love at First Sight, de Jennifer E.Smith e o primeiro livro da manga de Cardcaptor Sakura. Em relação a livros que quero começar e terminar em Setembro, temos MacBeth de William Shakespeare e O Fiel Jardineiro de John Le Carré.
 Para a TBR,este mês temos A Trança de Inês de Rosa Lobato Faria. Este livro apenas irei ler se tiver tempo! Se não tiver, passará para Outubro.

Boas leituras! 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

[Opinião Literária] The murders in the Rue Morgue - Edgar Allan Poe

Título: The Murders in the Rue Morgue e The Mystery of Marie Rogêt
Autor: Edgar Allan Poe
Número de páginas: depende das versões que as editoras criam, ronda as 38-9páginas

 Sinopse:
"C. Auguste Dupin is a man in Paris who solves the mysterious brutal murder of two women. Numerous witnesses heard a suspect, though no one agrees on what language was spoken. At the murder scene, Dupin finds a hair that does not appear to be human. As the first true detective in fiction, the Dupin character established many literary devices which would be used in future fictional detectives including Sherlock Holmes and Hercule Poirot." (Goodreads)

""The Mystery of Marie Rogêt", often subtitled A Sequel to "The Murders in the Rue Morgue", is a short story by Edgar Allan Poe written in 1842. This is the first murder mystery based on the details of a real crime. It first appeared in Snowden's Ladies' Companion in three installments, November and December 1842 and February 1843." (Goodreads)

Opinião Literária:
Para começar esta opinião, preciso de desabafar sobre o quão difícil estas histórias são em termos logísticos. São pequenas e, muitas vezes, consideram estas e mais outra que ainda não li um conjunto de crimes na 'rua morgue'. É complicadíssimo de se encontrar estas obras.
Em relação à sua qualidade... não há sombra de dúvidas que é imensa. O conteúdo é riquíssimo e todo o desenvolvimento é impressionante, demonstrando a rica capacidade criativa de Poe. É algo inovador, contemporâneo, bastante surpreendente até nos dias de hoje. Podemos relacionar a personagem principal com outras grandes figuras de policiais, como Dickens ou Christhie.
No entanto, o que me entristece mais é mesmo a forma como a história foi escrita. É maçadora, pesada, como que se arrasta ao longo das páginas. Não existe praticamente ação ou diálogo de alguma espécie, apenas um contínuo monólogo e descrição do que Dupin pensa que ocorreu. 
Não foi uma leitura que adorei, contudo, dei-lhe esta pontuação pois achei ambos os contos importantes a nível histórico e demasiado peculiares para desvalorizar.


 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Os favoritos do mês - Agosto

Decidi criar uma crónica um pouco diferente do habitual, senti necessidade de alternar! Nesta crónica chamada Os favoritos do mês irei mostrar todas as coisas que vi, li, experimentei e que mais gostei! Achei que seria divertido trazer uma dinâmica diferente para o blog. De qualquer forma, cá estão os favoritos do mês do verão, agosto.


                                            Locais
Corunha- Este mês tive o prazer de visitar esta maravilhosa cidade, a minha favorita de toda a Espanha até agora. É,literalmente, uma cidade nas montanhas que são banhadas pelo mar. Uma mistura dos três cenários 'tipo'. É mexida, é interessante, é limpa, bem organizada e acolhedora. O galego é incrivelmente parecido com o português e senti-me em casa.

Livros
Este mês li imenso e sinto-me tão feliz por ter tido a oportunidade em recuperar as minhas leituras atrasadas pelos estudos. Os meus favoritos? O Bom Inverno de João Tordo e Pequenos Gestos de Amor Eterno de Danny Scheinmann.


 Música
Agosto também foi altura para melhorar os meus gostos musicais e arriscar um pouco mais pois achei que precisava de definir melhor o meu estilo de música. Reencontrei-me com One Republic e Iggy Azalea e investi bastante em música eletrónica, como Martin Garrix ou Avicii.


Artes Visuais
Confesso que não sou grande fã de séries e de filmes, o meu maior orgulho é mesmo a secção de animes. Contudo, vejo sempre muitos filmes durante Agosto para, de certa forma, compensar os que 'devia' de ver ao longo do ano. Destaco The Fault in Our Stars, The Perks of Being a Wallflower e The Host.



 E foi assim que Agosto passou! Esta primeira vez foi um pouco curta mas espero poder melhorar esta crónica e torná-la mais ativa.