terça-feira, 24 de junho de 2014

Maratonas (In)esperadas - Desafios

 Ups, voltei a acumular desafios! Sou uma desgraça com isto! Vou ter de fazer todos num só post, sendo que já respondi ao primeiro desafio e não consigo responder ao quinto. Mesmo assim, vou fazer os que me restam.

Desafio 2
Pensem em vocês enquanto leitores. Qual foi a primeira saga/série que vocês terminaram? Quantos livros tinha essa série? Qual foi aquele volume e personagem que vocês mais gostaram?
A primeira série que terminei foi Os diários da Princesa, de Meg Cabot. Existem, no total,10 livros mas,infelizmente, só possuo 4! Um dos meus sonhos desde pequena é poder terminar esta saga e relê-la; é juvenil, sim, mas não é maçadora nem infantil. Não consigo dizer qual foi o volume que mais gostei pois foram 10 e foi há muitos anos... Os primeiros livros eram mais divertidos, os últimos tornaram-se mais intensos e dramáticos. A minha personagem favorita? A Mia! Todas as minhas amigas naquela altura diziam que eu era parecia com ela - defensora da Greenpeace, a usar botas e a escrever em diários!



Desafio 3
Partilhem uma frase/diálogo de uma série que vos encantou.
Eu sou uma autêntica fã da saga Twilight, podem dizer o que quiserem em relação aos filmes mas, em relação ao livros, são um protectora autêntica. É uma das melhores histórias que amor que já li e quero imenso poder relê-la. Como tal, decidi fazer uma imagem com a minha citação preferida, ocorre no livro Eclipse


Desafio 4
Tira uma foto de um ou mais livros de uma série que “habite” a tua estante. 
Eu tenho mais livros, a maioria são coleções já terminadas (tenho a paranóia de ler logo tudo de uma só vez) mas não queria desarrumar mais as estantes, fica assim!
  
Desafio 6
Este mês assinalou-se o Dia Mundial da Criança. Fotografem a vossa leitura actual com algo que vos transporte à vossa infância.
Sem dúvida, Alladin. Ainda agora choro ao ver este filme, não entendo, mas mexe tanto comigo! Quero imenso comprar os filmes que faltam desta triologia.
  
Para já,as respostas aos desafios que foram lançados! Vou ficar à espera de mais desafios, são tão agradáveis e divertidos de se fazer (então agora em época de exames, é mesmo um escape!)

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Balanço da 44º maratona literária

Há alguns dias, terminou a 44º maratona do grupo de maratonas literárias organizado no site Goodreads e já irei começar outra maratona, amanhã, uff! Apesar deste aparente stress, para mim, é apenas alegria pois motiva-me a ler e a ganhar coragem em ler livros que estão há demasiado tempo pousados em estantes.
Como correu esta última maratona? Muito bem, confesso! Li Os Heróis do 6ºF de António Mota, As Máscaras do Destino de Florbela Espanca e ainda adiantei a minha leitura de Anna Karenina, de Tolstoi. Apesar de me ter cumprometido com A Trança de Inês, uma enorme vontade para ler Tolstoi surgiu e não a pude deixar escapar; dou sempre prioridade a livros que tenho a meio. Algo me diz que o livro de Rosa Lobato de Faria ficará para o verão.
Foi uma maratona positiva, onde pude ler mais sobre uma autora pela qual estou a ganhar uma grande estima, Espanca, reli um livro da minha infância que, naquela altura, não tinha entendido e adiantei o meu 'grande livro'. Poucas mas boas páginas.

Total de páginas lidas: 250

quinta-feira, 19 de junho de 2014

[Opinião Literária] The Great Gatsby - F.Scott.Fitzgerald

 Título: The Great Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
Número de páginas:180


Sinopse:
 "A portrait of the Jazz Age in all of its decadence and excess, Gatsby captured the spirit of the author's generation and earned itself a permanent place in American mythology. Self-made, self-invented millionaire Jay Gatsby embodies some of Fitzgerald's--and his country's--most abiding obsessions: money, ambition, greed, and the promise of new beginnings. "Gatsby believed in the green light, the orgiastic future that year by year recedes before us. It eluded us then, but that's no matter--tomorrow we will run faster, stretch out our arms farther.... And one fine morning--"

Opinião literária:
Admito, desde já, que esta opinião poderá ser um pouco injusta nas também irá tocar num assunto muito importante: traduções.
Simplesmente amei o cenário, a época, a descrição daquela vida tão boémia. De salientar a personalidade tão mundana das personagens, que ocupam o livro. Todos estes aspectos tornariam o livro maravilhoso se não perdesse a magia pela confusão.
A ação avança demasiado rapidamente, há um excesso de falas que, por vezes, são demasiado infantis. O suspeito em relação a isto é que todas as pessoas que conheço e que leram este livro adoraram - porque é que eu não?
Tradução é a melhor explicação que encontro. A verdade é que, ao traduzir, toda uma mística se perde e é substituída por uma tentativa. Quero comprar a versão em inglês e relê-lo, pode ser que, desta vez, goste.
Sendo assim, esta pontuação é honesta mas não completamente justa. A minha aventura com The Great Gatsby ainda não terminou.


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Compras de Maio

Esta publicação já vem um pouco tarde mas estou em época de exames e tem sido complicado dar a atenção que gostaria de dar ao meu cantinho; de qualquer forma, as compras não foram, de todo, muitas mas estou muito contente com elas! Gastei, no total, 6€. O que comprei? Uma escolha por amor de Nicholas Sparks (irei, em breve, fazer uma amostra deste livro), acabei por aproveitar a promoção que encontrei no Continente. Também comprei um livro de poesia que custou-me 1€ (um escândalo vender-se poesia tão barata, mas pronto), chamado Gritos Silenciosos de Patrícia M. Pereira.
Em geral, estou contente, não gastei muito dinheiro e acabei por comprar o meu primeiro livro de Nicholas Sparks (apesar de já ter lido outros) e irei guardá-lo para as férias e pude aumentar a minha coleção de livros de poesia.



terça-feira, 10 de junho de 2014

10 de Junho - Dia de Portugal: Pequena aula de história literária

Hoje celebra-se o dia da nossa pátria. Como tal, decidi fazer uma pequena publicação para celebrar esta data e, visto que história é a minha especialidade, vou dar uma pequena aula de história literária! Espero que gostem.


 Este quadro pertence a um rei de Portugal - D.Dinis. Podemos dizer que a literatura 'nasceu' graças a ele. Foi um rei percussor em termos de literatura, desenvolveu-a graças ao seu gosto por cantigas (cantigas de amor, de amigo e de escárnio e mal-dizer). Deixou-nos um legado enorme e devemos muito à sua sabedoria. Adorei aprender as cantigas, são tão inocentes! Mas é preciso ter paciência para as ler pois, como é óbvio, está em português arcaico. Quando as estudei, fiz o meu próprio dicionário, para conseguir entender melhor.


 Este senhor chama-se Fernão Lopes e é considerado o pai da narração. Foi um cronista que, basicamente, era contracto por famílias nobres abastadas para fazer um relato da vivência familiar (sempre elogiando-os, como é óbvio) e, desta forma, ser guardada para gerações futuras. Não, não é suposto lermos as suas crónicas a não ser que sejamos obrigados ou por estudo. O que interessa é a intenção, Lopes!










Gil Vicente é considerado o primeiro dramaturgo português. Não há
certezas em relação à sua data de nascimento e de óbito, há todo um mistério à volta da existência deste senhor. Com ou sem mistério, a verdade é que os autos dele são incríveis! Passado tantos séculos, ainda conseguem divertir-nos. Um autor que recomendo vivamente.


De Bernardim Ribeiro sabemos ainda menos. O que sabemos é que deixou o primeiro livro considerado 'história de amor' escrito em Portugal - Menina e Moça. Digamos que foi um sucesso na Península Ibérica. Infelizmente, perderam-se páginas deste livro. Tenho em casa uma versão e espero lê-la este ano.





Este senhor chamava-se Fernão Mendes Pinto e foi um explorador português que chegou ao Japão e escreveu o primeiro livro de crónicas de viagem, Peregrinação. O livro é bastante pesado e não é uma leitura fácil. Contudo, caso tenhamos apoio de alguém já entendido deste livro, não se irão arrepender; podemos aprender os costumes da época e compará-los com os de hoje. Também existe uma polémica à volta do livro pois várias ocorrências podem ser mentira.



Acho que não é preciso falar sobre este muy nobre senhor, pois não? Luís de Camões deixou-nos o maior livro a louvar terra lusitana mas também a apontar as suas falhas. Muito lhe devemos.
De salientar também a sua poesia que ADORO, é tão bucólica e relaxante. Muitas vezes, é esquecida e as pessoas pensam que ele apenas escreveu Os Lusíadas quando, na verdade, deixou um legado poético extenso.





Fico-me por aqui! Gostaria de falar sobre mais poetas mas, a partir de Camões, estes começam a 'reproduzir-se' cada vez e esta publicação seria interminável. Talvez noutra publicação, quem saiba, continuarei!

sábado, 7 de junho de 2014

[Opinião Literária] Bring up the bodies - Hilary Mantel (#2)

Título: Bring up the bodies (Thomas Cromwell Triology #2)
Autora: Hilary Mantel
Sinopse: 
"By 1535 Thomas Cromwell is Chief Minister to Henry VIII, his fortunes having risen with those of Anne Boleyn, the king's new wife. But Anne has failed to give the king an heir, and Cromwell watches as Henry falls for plain Jane Seymour. Cromwell must find a solution that will satisfy Henry, safeguard the nation and secure his own career. But neither minister nor king will emerge unscathed from the bloody theater of Anne's final days"

Opinião Literária: 
Honestamente, esperava algo melhor. A ação avançou demasiado rapidamente com vários planos e personagens e, desta vez, penso que Mantel não conseguiu cordená-los assim tão bem. Por um lado, gostava que tivesse trabalhado mais na caracterização da vida de Ana de Bolena mas, por outro, a triologia é sobre Cromwell, e entendo a intenção da autora. Partes incrivelmente bem escritas e intensas, como que o mistério pairasse no ar, o que me fez gostar do livro.
O livro terminou com final aberto e epsero que Mantel traga um livro arrasador pois este desiludiu-me um pouco. Penso que a também irei preferir o 3º livro pois não tenho muitas informações sobre a vida de Thomas Cromwell e tudo o que ocorreu neste foi um tanto previsível.



terça-feira, 3 de junho de 2014

[Opinião Literária] Romeu e Julieta - William Shakespeare

Título: Romeu e Julieta
Autor:William Shakespeare
Número de páginas:283

Sinopse:
"Romeo and Juliet is a tragedy written early in the career of playwright William Shakespeare about two young "star-cross'd lovers" whose deaths ultimately unite their feuding families. It was among Shakespeare's most popular plays during his lifetime and, along with Hamlet and Macbeth, is one of his most frequently performed plays. Today, the title characters are regarded as archetypal young lovers."

Opinião literária:
Não tinha muita ligação com peças de teatro até este livro - que foi uma óptima experiência. Até então, este género parecia-me algo que se ensinava nas aulas de português e que não passava disso.
Contudo, tudo mudou. Este é um dos meus livros preferidos: romântico, apaixonante, que faz os leitores sonhar e esses são, sem dúvida, os melhores livros. Um final, como todos sabemos, trágico mas não sentimos tal impacto - a história tem como que uma mística que nos deixa num estado adormecido? Não sei se me faço entender mas ninguém chora compulsivamente, apenas sentes uma pequena facada acalmada pelo grande amor. Um livro que me marcou e uma óptima motivação para inicar este género literário.
Pequeno grande livro!